Ubatã registra estupro e Ipiaú lidera ameaças contra mulheres; veja dados da região

Dados da Secretaria de Segurança Pública da Bahia mostram registros de ameaças, agressões e estupro em municípios da região.

Por Por Garcia Junior-@reportergarciajunior

Um levantamento realizado nesta segunda-feira (9) pelo site Interiorano, com base em dados da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), revela registros de diferentes tipos de violência contra a mulher em municípios do Médio Rio das Contas durante o mês de janeiro deste ano.

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Em Aurelino Leal, foram contabilizados quatro casos de ameaça contra mulheres, além de um registro de difamação, quatro injúrias e três casos de lesão corporal dolosa. Em Barra do Rocha, foi registrada uma ocorrência de injúria, sem outros casos de violência contra a mulher no período analisado. Já em Gongogi houve um registro de lesão corporal dolosa e uma tentativa de homicídio.

No município de Ibirapitanga, o levantamento apontou quatro ameaças, duas difamações e três lesões corporais dolosas. Em Ibirataia, foram seis ameaças, uma difamação, três lesões corporais dolosas e um caso de homicídio doloso.

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Em Ipiaú, os números foram ainda maiores: 13 ameaças, três casos de importunação sexual, três injúrias, três lesões corporais dolosas e um registro de estupro. Já em Itagibá houve uma ameaça, uma difamação e uma lesão corporal dolosa. Em Ubaitaba foram registradas duas ameaças. No município de Ubatã, os dados indicam dois casos de ameaça, uma difamação e um estupro no período analisado.

O levantamento também relembra dados de 2025, quando Ubatã registrou, em média, um caso de violência contra a mulher a cada dois dias. Na época, análise baseada em dados da SSP-BA e nas estimativas populacionais do IBGE indicou que municípios menores, como Gongogi e Ubatã, apresentavam taxas proporcionais mais altas de violência quando considerados os registros por número de habitantes.

A análise considera o período de janeiro a dezembro de 2025 e mostra que, quando os dados são observados proporcionalmente à população, o impacto da violência se torna ainda mais preocupante nas cidades de menor porte. (Interiorano)


FONTE: Interiorano
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