Uma batalha jurídica em Ubatã ganhou destaque nacional quando dois advogados ubatenses enfrentaram o gigante Bradesco, conseguindo impedir o fechamento repentino de sua agência na cidade. A saga começou quando a Prefeitura de Ubatã, representada pelo advogado Dr. Wagner Souza, aliou-se ao Dr. Yan Santos para impetrar uma ação que embasou
a decisão liminar do juiz Carlos Eduardo da Silva Camilo. ► NOTÍCIAS: faça parte do canal do Interiorano no WhatsApp (clicando aqui).
Essa medida judicial, respaldada por mais de 50 mil cidadãos preocupados com a interrupção dos serviços bancários, foi uma resposta direta aos planos do Bradesco de encerrar suas operações na cidade região.
Dr. Wagner Souza é um profissional de destaque na comunidade, com uma sólida formação em Direito pela IUNI Educacional Unime Itabuna (2017). Além de sua graduação, possui especializações em Direito do Trabalho, Direito Previdenciário e Direito Público, consolidando seu conhecimento e expertise nas áreas jurídicas relevantes para o caso em questão. Sua atuação como Ex-Assessor Jurídico e Subprocurador do Município de Ubatã demonstra não apenas sua competência legal, mas também seu compromisso com o desenvolvimento e bem-estar da cidade.
Já
Dr. Yan Santos, graduado em Direito pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) e especialista em diversas áreas do direito, trouxe sua habilidade de análise e sua determinação incansável para o caso. Além de suas atividades como advogado, Yan Santos também é professor do Curso de Direito da FTC/UNEX de Jequié, ministrando online para toda a Bahia. Seu currículo robusto e sua atuação como Sub-Procurador Jurídico da Prefeitura de Ubatã demonstram não apenas sua competência legal, mas também seu compromisso com a comunidade local.
Do outro lado, o Bradesco enfrentou uma resistência inesperada. Apesar de sua posição como o segundo maior banco do país, sua tentativa de fechar a agência em Ubatã encontrou uma oposição feroz e bem fundamentada. Destaca-se ainda a presença do Dr. Rafael Barroso Fontelles, advogado do Bradesco e sobrinho do ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso. Sua atuação no caso, representando os interesses do banco, adicionou um elemento de complexidade à batalha jurídica.
ressaltam-se, a atuação do
Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que negou o agravo de instrumento apresentado pelo banco, reforçando a validade da decisão liminar favorável à comunidade. Essa história é um testemunho da importância da advocacia local e do compromisso dos advogados em defender os interesses das comunidades que representam. Não apenas uma vitória legal, essa decisão destaca a necessidade de acesso à justiça e representação adequada para todos os cidadãos, independentemente de sua localização ou recursos. (Interiorano)