Polícia Civil prende homem por descumprir medida protetiva em Gongogi

Suspeito foi capturado no centro da cidade por ameaça, importunação sexual e descumprimento de medida protetiva

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Foto: divulgação

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Territorial de Gongogi, no sul da Bahia, cumpriu nesta terça-feira (14) um mandado de prisão preventiva contra um homem investigado por crimes praticados no contexto de violência doméstica.

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O investigado, identificado como Genivaldo das Neves Araújo, conhecido pelo apelido de “Índio”, é suspeito dos crimes de ameaça, importunação sexual e descumprimento de medida protetiva.

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Segundo informações da ocorrência, ele e a vítima mantiveram relacionamento conjugal e estão separados há cerca de dois anos. Conforme relato, mesmo após o término, ambos ainda mantinham vínculo relacionado aos cuidados de um sítio, situação que teria sido encerrada após ameaças.

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A vítima possui medida protetiva deferida pela Justiça em 2025. No entanto, de acordo com o registro policial, desde o dia 27 de fevereiro de 2026 o investigado estaria permanecendo em imóvel localizado em frente à residência da ex-companheira.

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Ainda segundo o relato, ele teria perseguido a vítima, tentado entrar na residência, dormido em frente ao imóvel e arremessado pedras contra a casa. A ocorrência também menciona supostos danos a portões e a retirada de uma bicicleta sem autorização.

Há ainda registro de que o investigado teria proferido ameaças de morte e adotado condutas consideradas constrangedoras em via pública, inclusive com exposição das partes íntimas, conforme relato apresentado à autoridade policial.

O homem foi localizado no centro de Gongogi e conduzido à unidade policial para os procedimentos legais. Após o cumprimento do mandado de prisão preventiva, ele permanecerá à disposição da Justiça e deverá passar por audiência de custódia.

A Polícia Civil informou que a medida tem caráter preventivo, com o objetivo de resguardar a integridade da vítima e garantir o cumprimento das decisões judiciais. O caso segue sob investigação e novos desdobramentos poderão ser divulgados pelas autoridades competentes. (Interiorano)

FONTE: interiorano.com.br