Um homem investigado pelo crime de estupro de vulnerável foi preso na manhã desta sexta-feira (12), na Praça Rui Barbosa, região central de Ubatã, após ser identificado pelo sistema de videomonitoramento com reconhecimento facial utilizado pelas forças de segurança pública.
De acordo com informações da Polícia Militar, a guarnição do 4º Pelotão de Ubatã foi acionada por volta das 7h30 após o sistema apontar a presença de um indivíduo com mandado de prisão preventiva em aberto circulando pelo centro da cidade.
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Ao chegar ao local, os policiais realizaram a abordagem e identificaram o suspeito como Arlex Oliveira Santos, de 48 anos. Durante a consulta aos sistemas oficiais, foi confirmada a existência do Mandado de Prisão Preventiva nº 8000915-35.2026.8.05.0276.01.0001-26, expedido pela Vara de Jurisdição Plena da Comarca de Wenceslau Guimarães.
Segundo o mandado judicial, a ordem de prisão foi decretada no último dia 3 de junho pelo juiz Moisés Argones Martins após o recebimento de denúncia relacionada ao crime previsto no artigo 217-A do Código Penal Brasileiro, que trata de estupro de vulnerável.
Na decisão, o magistrado destacou a necessidade da prisão preventiva para garantia da ordem pública e para assegurar o regular andamento da instrução criminal. O documento também determina o imediato recolhimento do investigado ao sistema prisional, onde deverá permanecer à disposição da Justiça durante o andamento do processo.
Ainda conforme a Polícia Militar, a prisão foi realizada sem resistência e sem necessidade de utilização de força por parte da guarnição. Após o cumprimento da ordem judicial, Arlex Oliveira Santos foi conduzido à Delegacia Territorial de Ubatã, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis e realizada a comunicação ao Poder Judiciário.
A ocorrência reforça a utilização da tecnologia de reconhecimento facial como ferramenta de apoio às forças de segurança pública. O sistema tem sido empregado para identificar pessoas com mandados judiciais em aberto e auxiliar no cumprimento de determinações expedidas pela Justiça.
O teor detalhado da investigação não foi divulgado pelas autoridades, uma vez que o processo envolve possível crime sexual e tramita sob responsabilidade do Poder Judiciário. (Interiorano)