Prefeito de Ubatã tem o maior salário da região mesmo sem reajuste
Câmara Municipal não votará aumento de vencimentos, mas prefeito Tinho continua no topo da remuneração entre gestores locais, recebendo R$ 24 mil.
Foto: reprodução facebook
Entre no nosso Grupo do Whatsapp — clique aquiParticipar Apesar da decisão do presidente da Câmara Municipal de Ubatã, Gabriel Nascif (PT), divulgada nesta sexta-feira (13), de não votar o reajuste de salários para prefeito, vice-prefeito, vereadores e secretários, o prefeito Tinho (PT) segue como o gestor mais bem remunerado da região.
► NOVIDADE: faça parte do canal do Interiorano no WhatsApp (clicando aqui). O salário atual do prefeito é de R$ 24 mil, enquanto o vice-prefeito recebe R$ 12 mil, os secretários R$ 7.200,00 e os vereadores R$ 8.353,55. Comparado a municípios vizinhos, os valores chamam atenção. Em cidades como Gongogi, o salário do prefeito será de R$ 15 mil em 2025; em Ipiaú, a prefeita recebe R$ 22.413,23; em Jequié, R$ 22 mil; e em Barra do Rocha, R$ 17 mil. Mesmo com o reajuste previsto para janeiro de 2025, prefeitos de cidades como Ubaitaba (R$ 21 mil) e Ibirapitanga (R$ 23.900) ainda ficarão abaixo da remuneração de Ubatã. Gabriel Nascif justificou a decisão de barrar o aumento salarial com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A legislação impede que despesas com pessoal sejam elevadas nos últimos 180 dias de um mandato.
Além dos debates sobre remuneração, os municípios enfrentam desafios financeiros maiores. A necessidade de equilibrar as contas públicas enquanto se mantém serviços essenciais e se lida com cortes em transferências estaduais e federais pressiona ainda mais os gestores municipais. (Inteiorano)
► NOVIDADE: faça parte do canal do Interiorano no WhatsApp (clicando aqui). O salário atual do prefeito é de R$ 24 mil, enquanto o vice-prefeito recebe R$ 12 mil, os secretários R$ 7.200,00 e os vereadores R$ 8.353,55. Comparado a municípios vizinhos, os valores chamam atenção. Em cidades como Gongogi, o salário do prefeito será de R$ 15 mil em 2025; em Ipiaú, a prefeita recebe R$ 22.413,23; em Jequié, R$ 22 mil; e em Barra do Rocha, R$ 17 mil. Mesmo com o reajuste previsto para janeiro de 2025, prefeitos de cidades como Ubaitaba (R$ 21 mil) e Ibirapitanga (R$ 23.900) ainda ficarão abaixo da remuneração de Ubatã. Gabriel Nascif justificou a decisão de barrar o aumento salarial com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). A legislação impede que despesas com pessoal sejam elevadas nos últimos 180 dias de um mandato.
“Essa decisão é uma questão de responsabilidade com as finanças públicas,” afirmou o presidente da Câmara.A discussão divide opiniões na cidade. Enquanto alguns, como Maria das Dores, moradora de Ubatã, criticam os altos salários, dizendo que
“é difícil aceitar que gestores ganhem tanto enquanto a população enfrenta dificuldades financeiras,” outros defendem que remunerações atrativas são importantes para atrair gestores capacitados.Caso fosse aprovado um reajuste com base nas perdas inflacionárias dos últimos quatro anos, o salário do prefeito de Ubatã subiria para R$ 30.487,00, o do vice-prefeito para R$ 15.243,90, o de secretários para R$ 9.146,34 e o de vereadores para R$ 9.641,67. No entanto, uma decisão do Juiz Carlos Eduardo Camilo, expedida em 2023, determinou que futuros reajustes devem respeitar a LRF, sob pena de multa pessoal de R$ 100 mil.
Além dos debates sobre remuneração, os municípios enfrentam desafios financeiros maiores. A necessidade de equilibrar as contas públicas enquanto se mantém serviços essenciais e se lida com cortes em transferências estaduais e federais pressiona ainda mais os gestores municipais. (Inteiorano)
FONTE: @reportergarciajunior